A nadadora pernambucana Joanna Maranhão chegou no Recife disposta a calar a boca das pessoas que estão afirmando que ela só falou sobre o abuso sexual para se promover. Abalada pela perda de um tio, que faleceu na última quinta, a atleta se emocionou na chegada e disse que vai conquistar o índice olímpico de todo jeito.“Não fui para imprensa para me mostrar. Só quis dar um exemplo. Quanto mais as pessoas dizem que eu não vou fazer o índice olímpico por causa desse assunto, mais gana eu tenho para fazer e calar a boca de muita gente”, afirmou Joanna, que estava acompanhada da mãe, Teresinha Maranhão; do namorado, Rafael Franco; e do técnico Nikita.Única finalista olímpica da natação pernambucana, Joanna havia revelado, semana passada, quando ainda estava na França treinando, que parte dos problemas que ela vem tendo no esporte e em sua vida pessoal foi fruto de um trauma por molestações sexuais sofridas na infância e praticadas por seu técnico na época - e cujo nome ela preferiu não revelar. "Era dentro do próprio clube e na casa dele, pois ele me levava para os treinos", afirmou, lembrando que tinha, na época, nove anos de idade.
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